O México constrói a base institucional de finanças sustentáveis por meio de títulos verdes, azuis e sociais, fornecendo novas regras para os fluxos de capital na América Latina.
Este artigo parte da previsão da Vanguard de crescimento de 1,5% do PIB do México em 2026, analisa os motores do crescimento econômico do México e da América Latina, os desafios estruturais e a divergência regional, e discute as perspectivas para comércio, investimento e reformas de longo prazo.
Este artigo analisa, a partir de uma perspectiva regional, a inovação regulatória e as práticas de mercado das finanças sustentáveis no México, explorando o papel impulsionador dos títulos verdes, azuis e sociais na transformação do mercado de capitais da América Latina.
A Vanguard prevê crescimento de 1,5% do PIB do México em 2026, acima das expectativas do Goldman Sachs e do banco central, mas abaixo da média regional da América Latina. O setor manufatureiro exportador se beneficia, enquanto restrições fiscais e reformas estruturais se tornam essenciais no longo prazo.
Em 2026, o ecossistema fintech mexicano já transcendia a mera inovação tecnológica, tornando-se uma ponte financeira entre os Estados Unidos e a América Latina. Este artigo analisa como o comércio, o nearshoring, a regulação e as remessas moldam conjuntamente o cenário das finanças digitais deste que é o maior país de língua espanhola do mundo.
Este artigo analisa a posição de liderança das empresas canadenses nos investimentos minerais no México, bem como a expansão limitada das empresas americanas devido a restrições políticas, explorando o impacto desse cenário na cadeia de suprimentos minerais da América do Norte e na economia regional.
A fintech mexicana Clip lançou a carteira digital Mi Clip, em parceria com a Ant International, Mastercard e Televisa-Univision, com o objetivo de impulsionar a transição da economia baseada em dinheiro para pagamentos digitais no México, promovendo a inclusão financeira.
Funcionários dos Estados Unidos e do México estão prestes a iniciar consultas sobre questões agrícolas e energéticas, enquanto Trump questiona o acordo comercial USMCA. Essa dinâmica não apenas ameaça a estabilidade comercial do México, mas também pode desencadear um profundo reajuste nas cadeias de suprimentos da América Latina. Este artigo analisa, a partir de quatro dimensões — países, indústrias, investimentos e cooperação regional — como o aumento do protecionismo está remodelando o panorama econômico da América Latina e discute quais países e indústrias se beneficiarão ou serão prejudicados.